terça-feira, 4 de novembro de 2014

Primeira Experiencia

Como foi para mim gravar o nosso primeiro vídeo.


 Muitos, perguntaram e quiseram saber, como foi a sensação que senti ao ficar em frente à uma câmera e falar como se realmente eu estivesse conversando com alguém, e pra ser sincera... Eu já havia tentado fazer isso, só que espontaneidade foi relativa aos meus sentimentos, embrulho na barriga, confusão na mente, emoção ansiedade, era tudo junto e misturado, mas nunca, nunca medo... Bom não na hora, algo como depois.
Na Entrevista, eu ainda estava meio parada e congelada e o frio subiu na espinha mas depois a consequência dos vídeo foram partes engraçadas e bem humoradas feitas por mim e pela a Steph.
Tudo ficou mais fácil com a Steph, porque eu e ela temos espontaneidade e sincronia, tirando o fato de como nos sentimos. Foi algo bem legal e diferente de outras emoções que já tive, algo bem simples e completo. Foi muito cool fazer cada um dos videos, e se não fosse iriamos apagar mesmo u.u
Mas enfim, é foi isso, basicamente, e foi muito legal.

domingo, 2 de novembro de 2014

História de Leitora: Stephany Carlos

Olho para o teclado e simplesmente não sei como começar, então, comecei assim mesmo. Na verdade para mim, geralmente é assim que começa: com uma dúvida.
Primeiramente, não irei falar relativamente só de mim, e sim de como conheci o doce sabor da leitura. As únicas informações que terão de mim é: me chamo Steph. Gosto de ler, basicamente, deste o ano passado, sou uma leitora iniciante até. Não que nunca tenha lido algo de verdade antes, muito pelo contrario. Na verdade a minha historia leitora começa assim: Uma jovem moça, que acabara de começar a ler, ousou a ler "Sonho de uma noite de verão" em forma teatral, claro que essa ousadia durou muito. Não foi meu primeiro livro, mas me marcou de certa forma, afinal, era um clássico.

Lembro me muito bem do meu primeiro livro que amei de verdade, eram duas histórias em um só, Branca de Neve em uma versão diferente de  tudo que tinha lido antes sobre a Branca. E um outro conto de fadas... Que eu simplesmente não lembro o nome, mas lembro de uma cabeça falante de um cavalo - isso mesmo, só a cabeça. Ambas eram em forma de narrativa e eu lia sempre antes de dormir, eu o amava mesmo, até que um dia eu o perdi. Logo em seguida meu frequente hábito de leitura foi diminuindo até desaparecer. Tentei ler alguns livros durante essa passagem de tempo, mas minha concentração era zero. Me lembro de outro livro que peguei na biblioteca que chamava "Go" que tinha um grande potencia para me mudar, ou me trazer de volta. Mas esse ainda não era o livro.
Esse livro é parte da história dos irmãos Cameron.
Na verdade o livro era outro.
De um autor que faz muito parágrafos, porém curto. E que deixa frases flutuando nas páginas.
Ou só palavras.
E estou imitando ele. Tentando.
Estou falando de Markus Perfeito Zusak, que tem o seu também perfeito livro "A Garota que Eu Quero", sem palavras para esse livro. Ele é tipo a Revolução Francesa que marca o cronograma histórico, separando a era moderna para a contemporânea. Mas no caso ele separa uma Steph para uma Steph diferente. A leitura muda realmente a vida. E Markus me ajudou muito.

Mas não acaba por ai. Por Markus Zusak escreve poeticamente maravilhosa seu enredo sobre jovens, e em primeira pessoa. Mas S.D. Perry escrevem incrivelmente bem em terceira pessoa, na verdade meu argumento esta simplório perto do que realmente é a narrativa de Perry. E o melhor de tudo, ela escreve sobre RESIDENT EVIL!!!!! Quer mais do que isso? Não? Eu também!

Devo acrescentar também, que antes de "A Garota que Eu Quero" eu vivi em busca de histórias que me inspirasse a escrever e viver. E ele me ajudou bastante. Ele é o meu amorzinho. E ele me ajudou a escrever ou pensar grandes histórias.
Livros que estou lendo agora
A leitura é tão importante quando água. E querem uma dica? Busquem nos livros algo que gostem: como zumbis, romance ou até mesmo heróis. Mas não passe a vida sem descobrir o prazer de ler, por que seria a mesma coisa de passar a vida sem encontrar o grande amor.

sábado, 1 de novembro de 2014

Peguei emprestado na biblioteca...

Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma "treva branca" que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas. O "Ensaio sobre a cegueira" é a fantasia de um autor que nos faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti. Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: "uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos". 



Um homem está escrevendo um livro. Enquanto não chega ao capítulo final, ele precisa solucionar uma amor mal resolvido, encontrar a verdadeira motivação para escrever e aprender, de uma vez por todas, como preencher o seu buraco no peito, metáfora persistente da sua interminável solidão. Este livro é sobre o porquê da nossa existência, acompanhado de um set list perfeito para se ouvir em noites estreladas numa cidade grande e solitária. GO é um livro que vai além das palavras, porque seu objetivo não é apenas ser uma leitura prazerosa, mas o agente de uma mudança. GO é uma palavra de ordem. De não desistir nunca. De buscar o significado da vida. GO. Faça alguma coisa por você e pelos seus sonhos. GO. Leia. É o começo.